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É louvável a iniciativa do Governo Federal em criar o Bolsa Formação. Diante dos péssimos salários relegados a categoria policial militar, principalmente de cabos e soldados, o Bolsa formação é um complemento bastante interessante. Apesar de não ser o suficiente. O cerne da questão é o valor que foi estipulado e o total de bolsas disponíveis.
O teto máximo de ganho de 1.700,00 penaliza a maioria dos policiais militares, pois exclui a maioria de ter acesso a este benefício. O Bolsa formação deveria ser dirigido as praças indistintamente, independente do valor de seus respectivos salários.
Veja o critério para participação (extraído do site do Ministério da Justiça):
“1) Receber salário bruto abaixo de R$ 1.700,00 (considera-se remuneração mensal bruta o vencimento do cargo ou emprego efetivo acrescido das vantagens pecuniárias permanentes, excluídas as indenizações, como a ajuda de custo, as diárias, o transporte e o auxílio-moradia.);”
Hoje há policiais que por causa de 3 ou 2 reais foram excluídos de receber o beneficio devido a este teto máximo de ganho. O Ministério da Justiça precisa rever este critério, com pena de o programa cair no descrédito. Principalmente para as polícias que já aderiram ao sistema de remuneração por subsídio, os mais penalizados.
Conclamo aos leitores, enviarem mensagens ao Ministério da Justiça, solicitando alteração no teto máximo ou até sua extinção, disponibilizando este benefício a todos as praças das Polícias Militares do Brasil, indistintamente.
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